Comemore! Hoje é o Dia dos Quadrinhos Nacionais!
Pois é. E você sabe o motivo? Bom, eu sei e informo: hoje é o aniversário de Ângelo Agostini, o primeiro quadrinista brasileiro (e um dos pioneiros do mundo em sua área). Portanto, comemore.
É também fim de mês e confesso que poucas vezes li tanto na minha vida. Foram seis livros, uma média maior que um por semana, e nenhum deles menor que duzentas páginas (três deles com mais de seiscentas). Entre uma gota e outra, era o que eu tinha para emular uma tentativa de me aquecer. O que foi violentamente arrancado de mim não pode ser permutado por outra coisa, apenas a mesma coisa cabe aqui. E é assim que é. Pelo menos duas pessoas, uma delas que não tem como entender e tem como sentir muito, estão sofrendo hoje.
Quando tiram o seu chão, é claro que é pra te derrubar. Mas todo mundo sempre se esquece de como eu sou, de como eu penso. E depois perguntam pra mim sobre leis e justiça.
São quatro da manhã e estou trabalhando like a log. Beatles e Zelda compõem o cenário que se torna normal numa redação paulistana. E eu cada vez mais odeio os homens sacanas. Porque eles pensam com a pior parte do corpo e deveria haver pena de morte para tal parte. Vocês iam ver como um monte de gente boa ia penar menos na vida.
Estou zonzo e minhas palavras estão saindo com um estranho senso de sinceridade. Mas o que sinto de bom no músculo involuntário central do tórax existe apenas mais reforçado. Amor? Sim, é claro que é amor. E, tenha certeza, cada dia mais eu sei o que é isso.
Paul canta Fool on the Hill. E dá vontade de se largar às vezes.
Mas hoje é Dia dos Quadrinhos Nacionais, ainda. Comemorai!
É também fim de mês e confesso que poucas vezes li tanto na minha vida. Foram seis livros, uma média maior que um por semana, e nenhum deles menor que duzentas páginas (três deles com mais de seiscentas). Entre uma gota e outra, era o que eu tinha para emular uma tentativa de me aquecer. O que foi violentamente arrancado de mim não pode ser permutado por outra coisa, apenas a mesma coisa cabe aqui. E é assim que é. Pelo menos duas pessoas, uma delas que não tem como entender e tem como sentir muito, estão sofrendo hoje.
Quando tiram o seu chão, é claro que é pra te derrubar. Mas todo mundo sempre se esquece de como eu sou, de como eu penso. E depois perguntam pra mim sobre leis e justiça.
São quatro da manhã e estou trabalhando like a log. Beatles e Zelda compõem o cenário que se torna normal numa redação paulistana. E eu cada vez mais odeio os homens sacanas. Porque eles pensam com a pior parte do corpo e deveria haver pena de morte para tal parte. Vocês iam ver como um monte de gente boa ia penar menos na vida.
Estou zonzo e minhas palavras estão saindo com um estranho senso de sinceridade. Mas o que sinto de bom no músculo involuntário central do tórax existe apenas mais reforçado. Amor? Sim, é claro que é amor. E, tenha certeza, cada dia mais eu sei o que é isso.
Paul canta Fool on the Hill. E dá vontade de se largar às vezes.
Mas hoje é Dia dos Quadrinhos Nacionais, ainda. Comemorai!




